... objetivo da educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que as outras gerações fizeram.
(Jean Piaget)
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Dicas de como estudar
Existem vários alunos que são bons, participam das aulas, fazem trabalhos bem feitos e os entrega no dia marcado pelo professor, que estudam para as provas, mas que nem sempre atingem as notas desejadas nas mesmas.
Isso acontece por vários motivos: talvez o estudante esteja deixando para rever a matéria apenas um dia antes da prova e dessa forma não consegue, por falta de tempo, esclarecer as dúvidas com o professor ou mesmo com um colega; muita matéria sem fazer, acumulada, como tarefas de casa e exercícios extras para reforçar o aprendizado do conteúdo; conversas na sala de aula são um dos fatores que mais prejudicam, pois o aluno perde as explicações do professor e depois não conseguirá aprender a matéria sozinho; perder a concentração na aula, deixando o pensamento longe, preocupado com assuntos que não são da escola; dentre vários outros.
É importante que o aluno perceba, descubra quais as formas de estudar que mais lhe ajude a fixar os conteúdos. Elas podem ser através da fala, onde o aluno tem a necessidade de ler em voz alta; repetir essa a fala, na hora da escrita, ao fazer os exercícios; da visão, somente com a leitura silenciosa; pela escrita, além de ler o aluno precisa registrar o conteúdo graficamente – isso pode acontecer fazendo-se pequenos textos de resumo ou mesmo esquemas que são mais práticos; através da associação do conteúdo com exemplos do cotidiano do aluno, ou seja, fazer ligação com sua própria vida.
Quando o estudante consegue identificar quais as melhores maneiras de memorizar os conteúdos escolares passa a estudar melhor, percebe que o resultado de seu trabalho passa a aparecer, melhorando sua auto-estima e motivação. Dessa forma procura se esforçar a cada dia, através da credibilidade adquirida por seus esforços.
Quem ainda não conseguiu identificar as melhores formas para obter bons resultados nas notas escolares, pode ainda procurar um profissional da área, especificamente um psicopedagogo, a fim de que este lhe auxilie nessas descobertas.
O importante é procurar segurança naquilo que faz e não deixar ir em vão todos os seus esforços diante do processo de aprendizagem.
Por: Jussara Barros
Boa Postura
Manter uma boa postura durante o longo período de aulas é coisa difícil. Aos poucos o corpo escorrega na carteira, as pernas se cansam e as costas e pescoço doem.
Por ter que ficar com a cabeça abaixada por um longo período, os músculos do pescoço se enrijecem causando uma sensação de desconforto que incomoda o estudante e, consequentemente, prejudica o seu aprendizado.
Porém, alguns jovens sentam-se de qualquer jeito, acostumando-se à má postura, sem perceber. Ombros tombados para um lado, cabeça curvada para frente, além da famosa corcunda são exemplos disso.
A má postura pode causar problemas graves de coluna e doenças crônicas, como as lordoses, escolioses, bicos de papagaio, dentre outras.
É importante que o aluno cuide de sua postura, pois a aprendizagem intelectual acontece com todo o envolvimento do corpo, é necessário que este esteja disposto de maneira correta. Dessa forma o nível de concentração do aluno aumenta, o que facilita maior compreensão dos conteúdos abordados pelo professor.
Uma das causas da má postura durante as aulas é uma noite mal dormida.
O descanso está totalmente ligado ao aprendizado, pois o estudante que não dorme bem, que não descansa o necessário, fica mais propenso a ter sono durante as aulas, perder a concentração e se distrair com coisas não relacionadas ao assunto das aulas.
A prática de atividades físicas traz benefícios para o corpo, pode criar novos hábitos posturais, ajudando a fortalecer as musculaturas lombares e cervicais que sustentam a coluna e o pescoço.
Portanto, fiquem atentos a estas informações, pois agindo de forma adequada o aprendizado ficará mais favorável e, consequentemente, o aluno será beneficiado por apresentar mais facilidade para aprender.
Por: Jussara Barros
Adolescência
A adolescência é o período da vida em que ocorrem as transformações mais aparentes no corpo, em razão das alterações hormonais.
Inicia-se por volta dos dez ou onze anos de idade, tendo as meninas o acontecimento da primeira menstruação ou menarca, o aumento dos pelos vaginais e o crescimento dos seios.
Nos meninos acontece a alteração da tonalidade da voz, o aumento dos pelos pubianos e o crescimento do pênis, que passa a ter ereção e ejaculação.
Segundo D’Andrea, a adolescência é dividida em três fases:
- a pré-puberdade, quando o desenvolvimento físico se acelera e busca maior proximidade com os adultos. O lado emocional é muito confuso, com oscilações de sentimentos como ódio e amor, na busca de identificar-se;
- a puberdade, que se inicia por volta dos treze anos, é marcada pela maturidade dos órgãos reprodutores;
- e a pós-puberdade, entre os quinze e vinte anos, fase em que deve demonstrar responsabilidade diante das cobranças do meio social, como a escolha profissional, estruturar as relações com o sexo oposto e a formação da identidade, necessitando cada vez menos da ajuda intelectual dos adultos.
Normalmente os adolescentes buscam grupos de amigos que tenham os mesmos interesses, os mesmos gostos e desejos, a fim de uma identificação menos conflitante e mais amigável.- a pré-puberdade, quando o desenvolvimento físico se acelera e busca maior proximidade com os adultos. O lado emocional é muito confuso, com oscilações de sentimentos como ódio e amor, na busca de identificar-se;
- a puberdade, que se inicia por volta dos treze anos, é marcada pela maturidade dos órgãos reprodutores;
- e a pós-puberdade, entre os quinze e vinte anos, fase em que deve demonstrar responsabilidade diante das cobranças do meio social, como a escolha profissional, estruturar as relações com o sexo oposto e a formação da identidade, necessitando cada vez menos da ajuda intelectual dos adultos.
Nessa etapa da vida é comum tentar se afastar da família, pois essa já não lhes satisfaz em relação aos interesses sociais.
Os pais, não aceitando a busca da liberdade, muitas vezes tomam atitudes autoritárias, que os afastam ainda mais do grupo familiar. Outra atitude errada, normalmente tomada pelas mães, é o fato de não aceitar o crescimento do filho, achando que ainda é criança e tratando-o como tal. Essa atitude também o leva a afastar-se, pois nessa idade já não quer mais ser considerado criança.
Numa fase de tantas transformações, é importante que haja amizade e muito diálogo no convívio familiar e que os pais tentem amenizar os conflitos vividos, sendo mais flexíveis e compreensivos.
A escola e a inclusão
Nosso país tem uma grande parcela de jovens que ainda se encontra excluída do sistema educacional, pelo descaso social, com necessidades de trabalhar para o sustento de suas famílias, tendo que às vezes ter tempo para procurar emprego, ou fazer “bicos”.
O incentivo que não existe a esse jovem que se encontra marginalizado pela sociedade, por questões sociais, “desigualdades” e até a estrutura familiar, vem contribuir para sua exclusão.
Boa parte de nossa infância e adolescência se dá na escola. A escola com função social de democratizar conhecimentos e formar cidadãos conscientes, participativos e atuantes é um direito de todos.
Os jovens aqui citados são jovens que estão fora dessa realidade, sem perspectivas, pois trocam o direito de estarem na escola para trabalharem, ou por se encontrarem excluídos procuram o mundo da marginalização, sem até mesmo terem opção.
A temática “exclusão” é um problema global que afeta a todos, onde os excluídos sem perspectivas procuram saídas às vezes sem volta e os que consideram incluídos numa sociedade de direitos são afetados pela repercussão que esse problema social gera.
Tendo em vista esta discussão sobre exclusão, consideramos a escola como berço do jovem para o exercício da cidadania.
A contribuição de todos é necessária para erradicar este problema. Poderes públicos e privados, ONG’s, assistentes sociais, educadores, comunidade, sociedade em geral devem firmar parcerias.
Discussões em todas instâncias devem acontecer, para projetarmos responsabilidades e ações. Várias propostas de projeto são lançadas com o propósito de somar a tamanho descaso, porém sua viabilidade depende da unificação de uma classe atuante a favor do direito de todo jovem na escola.
Acreditamos que através da cidadania, participação, democratização, co-responsabilidade, cooperação, parcerias, teremos um norte para trabalharmos em prol de mudanças, “inclusão” de nossos jovens.
Por: Rodiney Marcelo
O incentivo que não existe a esse jovem que se encontra marginalizado pela sociedade, por questões sociais, “desigualdades” e até a estrutura familiar, vem contribuir para sua exclusão.
Boa parte de nossa infância e adolescência se dá na escola. A escola com função social de democratizar conhecimentos e formar cidadãos conscientes, participativos e atuantes é um direito de todos.
Os jovens aqui citados são jovens que estão fora dessa realidade, sem perspectivas, pois trocam o direito de estarem na escola para trabalharem, ou por se encontrarem excluídos procuram o mundo da marginalização, sem até mesmo terem opção.
A temática “exclusão” é um problema global que afeta a todos, onde os excluídos sem perspectivas procuram saídas às vezes sem volta e os que consideram incluídos numa sociedade de direitos são afetados pela repercussão que esse problema social gera.
Tendo em vista esta discussão sobre exclusão, consideramos a escola como berço do jovem para o exercício da cidadania.
A contribuição de todos é necessária para erradicar este problema. Poderes públicos e privados, ONG’s, assistentes sociais, educadores, comunidade, sociedade em geral devem firmar parcerias.
Discussões em todas instâncias devem acontecer, para projetarmos responsabilidades e ações. Várias propostas de projeto são lançadas com o propósito de somar a tamanho descaso, porém sua viabilidade depende da unificação de uma classe atuante a favor do direito de todo jovem na escola.
Acreditamos que através da cidadania, participação, democratização, co-responsabilidade, cooperação, parcerias, teremos um norte para trabalharmos em prol de mudanças, “inclusão” de nossos jovens.
Por: Rodiney Marcelo
As crianças e os porquês
Por volta dos três e quatro anos de idade a criança desperta para a curiosidade de entender como as coisas acontecem.
Isso ocorre devido à construção da própria identidade, que acontece na infância, quando a criança passa a se descobrir, a ter noção do próprio “Eu”, da importância de sua existência, das coisas que consegue fazer, que vê ou que ouve.
A partir dessa descoberta, passa a perceber os fatos ao seu redor dando maior ênfase a como tudo acontece, ou seja, os porquês referentes à esses. Muitas vezes as crianças nos questionam repetidamente e emendam um porquê atrás do outro.
É importante que as pessoas em contato direto com a mesma devem ter paciência e respeito quanto às curiosidades do pequeno, ajudando-o a esclarecer suas dúvidas.
Essa curiosidade, a busca da compreensão do mundo é que a levará a fazer novas descobertas, aguçando sua percepção para o aprender.
Se a criança é tolhida pelo adulto, no momento em que faz perguntas, poderá perder o interesse, a vontade de descobrir coisas novas, ficando paralisada no seu processo de aprendizagem por medo ou insegurança.
Uma boa forma de amenizar as perguntas é devolvê-las para que a própria criança tente explicar, ou utilizá-las em momentos que esta não queira obedecer. Quando diz que não quer comer a mãe poderá perguntar-lhe o porquê, se não quer tomar banho poderá também utilizar uma pergunta e, assim, mostrar que nem tudo pode acontecer da forma como ela deseja.
E à medida que for compreendendo o mundo que a cerca deixará de questionar sobre as coisas do cotidiano.
Por: Jussara de Barros
domingo, 13 de novembro de 2011
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